Quem é Rosane Felix
A voz que não se calou, a fé que não negociou.
Da Baixada para o rádio
Eu sou Rosane Felix do Nascimento Malta. Nasci em 2 de outubro de 1974, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Meu pai era funcionário público; minha mãe, costureira. Um lar simples, cheio de fé.
Cresci na Assembleia de Deus. Ainda na infância e na adolescência, gravei três discos em vinil. Amo o dom que Deus me deu de cantar, mas nunca quis viver da música. Aos 17 anos, entrei numa rádio pela primeira vez e não saí mais.
O rádio e a família
São mais de 20 anos de microfone, 15 deles na Rádio 93 FM. Fui a primeira locutora gospel a receber o prêmio de Melhor Locutora do Rio de Janeiro. E ganhei um apelido que carrego com orgulho: a locutora mais alegre do Brasil.
Sou casada há mais de 24 anos com o radialista e dublador Malta Júnior. Por muitos anos, aos sábados de manhã, apresentei ao lado dele o Alegria Tamanho Família: um programa em que a gente ri, chora, ora e compartilha a vida com os ouvintes. É uma grande família. Durante a campanha estou afastada do programa, como determina a lei eleitoral (Lei 9.504/97, art. 45, § 1º), e pretendo voltar ao microfone depois da eleição.
A vocação para a política
Num fim de semana de 2018, de forma muito clara, Deus colocou no meu coração o desejo de uma nova missão, ao lado do rádio. Não foi plano de carreira. Foi chamado.
Em maio de 2018, anunciei minha candidatura a deputada estadual. Comprei uma caixa de som e um microfone e fui para as ruas. Em 7 de outubro de 2018, o povo do Rio me deu 53.644 votos.
Acredito que tudo passa pela política: o arroz, o feijão, o transporte, a escola das crianças, a nossa liberdade de culto. Quando os bons se calam, os maus triunfam. Por isso eu fui.
O mandato na ALERJ (2019–2023)
Na Assembleia Legislativa do Rio, presidi a Comissão da Criança, do Adolescente e do Idoso. Criei o Orçamento da Criança e do Adolescente (OCA) e o Orçamento do Idoso, para que qualquer pessoa possa ver onde vai cada real destinado a quem mais precisa.
São 18 leis de minha autoria. Entre elas: botão do pânico nas escolas (Lei 8.421/2019), aviso por SMS aos responsáveis na entrada e saída da escola (Lei 8.470/2019), transparência do fundo do idoso (Lei 8.508/2019), identidade gratuita para estudantes (Lei 9.017/2020), moradia e emprego para jovens que saem dos abrigos (Lei 9.152/2020), atividade religiosa reconhecida como essencial na pandemia (Lei 9.012/2020) e o Setembro Azul, mês da comunidade surda (Lei 9.665/2022).
Com o lema “Lugar de político é na rua ouvindo o povo”, criei o Gabinete Móvel e levei o mandato a bairros e municípios onde muita gente nunca tinha visto um deputado de perto.
Em 2022, disputei uma vaga de deputada federal e não me elegi. Voltei para o rádio e continuei ouvindo o povo. A missão não acabou.
Por que deputada federal
Porque as leis que mais mexem com a vida da família brasileira são feitas em Brasília. A proteção da criança, o cuidado com o idoso, a liberdade religiosa, a defesa da vida: tudo isso se decide no Congresso.
Deputada federal legisla, fiscaliza e destina emendas. Quero fazer as três coisas com a mesma coerência do mandato estadual — e com o mesmo hábito de prestar contas na rua.
Sou “terrivelmente evangélica”, e não me envergonho disso. Minha fé não é negociável. Minha voz não se calou e não vai se calar.
Meu número é 4565. Meu partido é o PSDB, na federação PSDB-Cidadania. E o meu compromisso é com você.
Uma palavra da Rosane
“Da mesma forma que Deus vocaciona algumas pessoas para o altar, Ele também o faz para a política. Assim como Deus usou o apóstolo Paulo para implantar igrejas, também levantou José para governar o Egito. Deus não usa coisas, usa pessoas. Não há mais tempo de não se posicionar.
Estarei nessa missão até quando Deus me achar útil para cumpri-la, trabalhando por políticas públicas visando o bem comum, em defesa da vida, da família, das liberdades de expressão e religiosa, e contra a corrupção.
Ore por mim. Deus te abençoe!”
— Rosane Felix