Por que não podemos parar
Em defesa da vida, da família, da liberdade religiosa e de expressão.
Tem gente que acha que fé é assunto de domingo, que política é coisa de político e que os dois não se misturam. Eu penso diferente. Tudo passa pela política: o arroz, o feijão, o transporte, a escola dos nossos filhos, a nossa liberdade de culto. Quem se cala hoje pode ser calado amanhã.
A vida. Acredito que a vida começa na concepção e merece proteção desde o ventre. Defender a vida é também cuidar da gestante que está sozinha, da mãe que precisa de apoio, do jovem que perdeu a esperança, do idoso esquecido num asilo. Ninguém é descartável.
A família. A família é a primeira escola, o primeiro abrigo e a primeira igreja de uma criança. Os pais têm o direito de educar os filhos segundo os seus valores, e a escola existe para ensinar, não para doutrinar. Fortalecer a família é fortalecer o país.
A liberdade religiosa. A Constituição garante a liberdade de crer, de se reunir, de pregar e de cultuar. Igreja não é atividade supérflua: em cada crise, é ela que socorre com alimento, abrigo e consolo. Não aceito que um decreto feche as portas de um templo, nem que alguém diga ao cristão onde ele pode ou não falar de Jesus.
A liberdade de expressão. Ninguém deve ser perseguido, censurado ou punido por defender, dentro da lei, os valores em que acredita. Uma sociedade livre convive com a diferença sem calar quem pensa diferente.
Não são ideias novas. São os valores com que fui criada em Nova Iguaçu, que cantei desde menina e que levei para a tribuna da ALERJ. Lá, eles viraram leis, emendas e fiscalização. Em Brasília, vão virar voto, projeto e voz.
Por isso não podemos parar. Porque, quando os bons se calam, os maus triunfam. E porque ainda há muita gente sem voz precisando de alguém que fale por ela.
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